Mesmo com a economia mostrando sinais de desaceleração no início do ano, a grande oferta de crédito fez o Brasil ficar entre os países com as taxas mais elevadas de valorização dos imóveis em todo o mundo.
Um levantamento da Global Property Guide, consultoria que orienta investidores, mostra que o país só ficou atrás da Índia no quesito preço de casas e apartamentos.
A pesquisa comparou dados do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado e considerou os mercados de 36 nações. O Brasil e a Índia foram os únicos onde a valorização de preços superou a casa dos dois dígitos (18,70% por aqui e 24,41% para os imóveis indianos).
A expansão do setor vai na contramão de dezenas de outros países, como Portugal e Espanha, afetados pela crise financeira internacional. E a tendência é de manutenção do crescimento.
O relatório da Global Property Guide mostra que a valorização dos imóveis também ocorreu na comparação entre o primeiro trimeste deste ano e o último de 2011 (2,57%). Outros levantamentos, no entanto, começam a mostrar uma desaceleração.
Segundo o índice FipeZap, em maio, os imóveis brasileiros tiveram a menor alta mensal de toda a série histórica (0,9%). O índice começou a ser calculado em seis cidades e no Distrito Federal em 2010. Por conta disso, analistas mais pessimistas temem que o Brasil sofra as consequências do estouro de uma “bolha imobiliária”.
Para o professor Samy Dana, da Escola de Economia da FVG (Fundação Getúlio Vargas) isso deve ocorrer até a Copa do Mundo, em 2014. “Muitas pessoas têm comprado imóveis esperando que eles valorizem até lá. Mas eu não creio que seja um bom investimento”, opina.
O especialista aconselha pequenos investidores a avaliarem outras alternativas de aplicação, como os títulos do tesouro direto. Para quem planeja comprar a casa própria, o melhor é economizar e fazer as contas. O financiamento pode ser uma boa opção, mas, em muitos casos, outros investimentos geram juros capazes de cobrir o aluguel.
Um levantamento da Global Property Guide, consultoria que orienta investidores, mostra que o país só ficou atrás da Índia no quesito preço de casas e apartamentos.
A pesquisa comparou dados do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado e considerou os mercados de 36 nações. O Brasil e a Índia foram os únicos onde a valorização de preços superou a casa dos dois dígitos (18,70% por aqui e 24,41% para os imóveis indianos).
A expansão do setor vai na contramão de dezenas de outros países, como Portugal e Espanha, afetados pela crise financeira internacional. E a tendência é de manutenção do crescimento.
O relatório da Global Property Guide mostra que a valorização dos imóveis também ocorreu na comparação entre o primeiro trimeste deste ano e o último de 2011 (2,57%). Outros levantamentos, no entanto, começam a mostrar uma desaceleração.
Segundo o índice FipeZap, em maio, os imóveis brasileiros tiveram a menor alta mensal de toda a série histórica (0,9%). O índice começou a ser calculado em seis cidades e no Distrito Federal em 2010. Por conta disso, analistas mais pessimistas temem que o Brasil sofra as consequências do estouro de uma “bolha imobiliária”.
Para o professor Samy Dana, da Escola de Economia da FVG (Fundação Getúlio Vargas) isso deve ocorrer até a Copa do Mundo, em 2014. “Muitas pessoas têm comprado imóveis esperando que eles valorizem até lá. Mas eu não creio que seja um bom investimento”, opina.
O especialista aconselha pequenos investidores a avaliarem outras alternativas de aplicação, como os títulos do tesouro direto. Para quem planeja comprar a casa própria, o melhor é economizar e fazer as contas. O financiamento pode ser uma boa opção, mas, em muitos casos, outros investimentos geram juros capazes de cobrir o aluguel.
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